Abstract
O artigo apresenta cinco relatos de experiências de pesquisas colaborativas em contextos de águas turvas e ruínas do Antropoceno. Os contextos são de barragens rompidas e outras em construção, manguezais sofrendo pelas políticas assimétricas de gestão e outros que sofrem pelos empreendimentos de petróleo. Jardins e terra também são contextos que surgem em meio a esses relatos como alternativas e resistências. Em meio às águas de rios, de mares e de manguezais emergem diferentes propostas de experiências de colaboração entre pesquisadores e comunidades, sejam estas de humanos ou não-humanos. Em comum os relatos trazem a importância da reflexividade ao pesquisador, da interdisciplinaridade, da necessidade de métodos inovadores e das práticas de troca dos pesquisadores com as comunidades estudadas e com os públicos que recebem as pesquisas.
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Cardoso, T. M., Losekann, C., Buti, R., Silveira, P. C. B., Seeger, N., & Lopes, D. K. (2021). Vidas precárias em águas turvas: antropologia colaborativa nas ruínas do Antropoceno. Ilha Revista de Antropologia, 23(1), 97–126. https://doi.org/10.5007/2175-8034.2021.e75156
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