Abstract
As áreas urbanas em expansão, através da abertura de novos loteamentos, exigem para a sua implantação, grande movimentação e exposição de materiais inconsolidados, facilitando o surgimento de processos erosivos. A Bacia do Córrego do Monjolinho, em sua parte superior, enquadra-se no tipo de área próxima ao perímetro urbano da cidade de São Carlos(SP) ,estando portanto, sujeita a uma ocupação antrópica intensa. O objetivo deste trabalho, de caráter preventivo, foi o de permitir que, a partir das informações básicas geradas, se possa elaborar no futuro uma carta de uso e ocupação do solo, incluindo o zoneamento básico das áreas de restrição à ocupação, das áreas de expansão urbana e das áreas de servidão. Através da análise dos resultados obtidos, observou-se que a área dessa bacia, cartografada na escala 1:10.000, não apresenta áreas com alto potencial à erosão laminar. Existe uma predominância das áreas de baixo potencial (53% da área total), o que pode ser explicado pelo grande espaço ocupado por pastagens, as quais mantém a cobertura vegetal. As áreas com potencial moderado (47% da área total) requerem que sejam adotadas medidas para se evitar o aparecimento e o desenvolvimento de processos erosivos mais sérios (ravinas e boçorocas).
Cite
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Lorandi, R., Takemoto, F., Salvador, N. N. B., & Torresan, F. E. (2001). CARTA DE POTENCIAL À EROSÃO LAMINAR DA PARTE SUPERIOR DA BACIA DO CÓRREGO DO MONJOLINHO (SÃO CARLOS, SP). Revista Brasileira de Cartografia, 53(1). https://doi.org/10.14393/rbcv53n1-43932
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