Abstract
O terramoto no Haiti, ocorrido em Janeiro de 2010, levantou uma importante discussão deontológica nas áreas da comunicação e da saúde. Algumas perguntas emergiram a partir deste acidente, tais como: o que acontece quando médicos e jornalistas são a mesma pessoa? Que princípios éticos devem cumprir aqueles que exercem as duas funções? Embora não tenham sido esgotadas, essas questões foram devida e amplamente debatidas por estudiosos da comunicação, jornalistas e profissionais de saúde. Pouco se discutiu, neste contexto, sobre a formação do jornalista de saúde e o tipo de literacias que são necessárias para que ele desempenhe as suas tarefas com rigor na cobertura de notícias de saúde. Neste sentido, este ensaio pretende estabelecer um debate sobre a necessidade ou não de formação específica para o exercício responsável do jornalismo de saúde, desempenhado por profissionais da comunicação social, e como essas habilidades se reflectem no fortalecimento das literacias dos leitores.
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Azevedo, A. P. M. de. (2012). Jornalismo de saúde: novos rumos, novas literacias. Comunicação e Sociedade, 185–197. https://doi.org/10.17231/comsoc.23(2012).1363
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