Abstract
Propõe-se problematizar o enunciado coletivo de envelhecimento ativo tomando como referência o Programa OPAS-OMS (2005) e seus desdobramentos no Relatório de 2015. Utilizo Foucault e sua analítica dos mecanismos de poder. Destaco a proveniência dos enunciados de envelhecimento ativo. Retomo desse filósofo o conceito de capital humano. Por fim, enfatizo a construção de um modo de subjetivação com base na ética como estética da existência, a fim de promover um deslocamento do termo ativo, anexado ao envelhecimento, para artista.Palavras-chave: Envelhecimento Ativo; Subjetividade; Foucault.
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Tótora, S. (2016). Envelhecimento ativo: proveniências e modulação da subjetividade. Revista Kairós : Gerontologia, 20(1), 239. https://doi.org/10.23925/2176-901x.2017v20i1p239-258
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