Terapia familiar: das divergências às possibilidades de articulação dos diferentes enfoques

  • Carneiro T
ISSN: 1414-9893
N/ACitations
Citations of this article
53Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

O campo da terapia familiar pode ser dividido, de uma maneira geral, em terapia familiar sistêmica e terapia familiar psicanalítica. Esta divisão é, muitas vezes, tomada rigidamente por alguns autores puristas de cada uma destas abordagens, o que acaba por prejudicar a produção teórica na área e os desenvolvimentos técnicos dela decorrentes. Criam-se assim impasses teórico-práticos a partir de uma polêmica que pode ser muitas vezes considerada falsa. Após mais de vinte anos de trabalho clínico e de pesquisa com famílias e casais, marcados em alguns momentos por influências predominantemente sistêmicas (Féres-Carneiro,1983) e em outros, por influências predominantemente psicanalíticas (Féres-Carneiro, 1994), temos buscado, nos últimos anos, refletir sobre as possibilidades de articular, tanto no campo teorico, quanto prático, as contribuições destes dois enfoques na área da terapia familiar e de casal (Féres-Carneiro, 1989). Para chegarmos a nossa proposta de articulação dos diferentes enfoques, consideramos importante percorrer os caminhos do surgimento e da organização do campo das terapias de família.

Cite

CITATION STYLE

APA

Carneiro, T. F. (1996). Terapia familiar: das divergências às possibilidades de articulação dos diferentes enfoques. Psicologia: Ciência e Profissão, 16(1), 38–42. Retrieved from http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98931996000100007&lng=pt&tlng=pt

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free