Terapia ocupacional social: diversidade, cultura e saber técnico

  • Barros D
  • Almeida M
  • Vecchia T
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Abstract

Trata-se de abordagem histórica do conceito de cultura no ocidente (principalmente na França, Inglaterra e Alemanha) para contextualizar as principais discussões que influenciaram o pensamento brasileiro e discutir a noção de cultura como direito conforme defende UNESCO. DISCUSSÃO: A base é a da compreensão da diferença entre sociedades e culturas. Nesse sentido, a problemática da coexistência de identidades com intensificação crescente da questão da diferença, requerer novas formas para se trabalhar, pois exige aprender a conviver e partilhar identidades múltiplas ainda que ambíguas. CONCLUSÃO: Exige-se do terapeuta ocupacional a capacidade de constituir intervenções coerentes com as culturas locais específicas. Valorizar a diversidade em Terapia Ocupacional significa reconhecer que há um público-alvo diferenciado entre si de muitas formas: 1. Numa mesma cultura ou sub-cultura: idade, gênero, processos de socialização, classe, raça, língua criam diferenciações que exigem reformulações de método e de objetivos. 2. Em situações em que existem experiências societárias marcadas por desigualdades ou que co-existem práticas socioculturais diferenciadas, cabe ainda mais fortemente apreender as dinâmicas culturais em jogo, os códigos e os símbolos que interagem ou que conflitam.

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Barros, D. D., Almeida, M. C. de, & Vecchia, T. C. (2007). Terapia ocupacional social: diversidade, cultura e saber técnico. Revista de Terapia Ocupacional Da Universidade de São Paulo, 18(3). https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v18i3p128-134

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