Abstract
Este artigo aborda as redes sociais relacionadas com o crime organizado no Brasil. A análise apóia-se nos aportes teóricos e metodológicos de dois dos mais importantes movimentos teóricos da sociologia contemporânea: a análise de redes e a nova sociologia econômica. A empreitada analítica guia-se pela hipótese de que a melhor apreensão do crime organizado é aquela que o tome como um processo situado em um continuum que vai da atividade legal até o evento delituoso. Assenta-se sobre a base empírica da narrativa sociológica, fornecida pelos relatórios de operações desenvolvidas pela Polícia Federal nos últimos três anos e por uma pesquisa já concluída sobre as quadrilhas especializadas no roubo a bancos no interior do Nordeste.
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Lopes Júnior, E. (2009). As redes sociais do crime organizado: a perspectiva da nova sociologia econômica. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 24(69), 53–68. https://doi.org/10.1590/s0102-69092009000100004
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