Abstract
Jacques Derrida entende a crise da democracia não em termos de um movimento histórico a ser superado por medidas corretivas, mas em termos de uma crise permanente provocada desde sempre por um sistema autoimune que ataca o organismo democrático a partir do seu interior. A forma privilegiada de combate a essa crítica permanente consiste na possibilidade de um porvir imprevisível e improgramável que foi objeto de questionamentos por representantes maiores da tradição marxista.
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Bellei, S. L. (2018). A CRISE DA DEMOCRACIA SEGUNDO DERRIDA. Sapere Aude, 9(17), 31–44. https://doi.org/10.5752/p.2177-6342.2018v9n17p31-44
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