Abstract
Em 2018, Moçambique tornou-se signatário da Convenção da União Africana sobre Segurança Cibernética e Proteção de Dados Pessoais. O país participa também da União Internacional de Telecomunicações (ITU) e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). Processos de securitização do ciberespaço em Moçambique constituem um mecanismo social que produz consequências materiais. Este artigo busca contribuir para a compreensão dos desafios de segurança cibernética de duas formas. Primeiro, explicitando conceitos como ciberespaço, internet, infraestrutura, segurança e defesa no âmbito digital. Segundo, propondo um modelo de maturidade adaptado para monitorar e avaliar o desenvolvimento da segurança cibernética em Moçambique.
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Chaves Cepik, M. A., & Marcelino, H. M. (2021). Segurança cibernética em Moçambique. Carta Internacional, 16(3), e1130. https://doi.org/10.21530/ci.v16n3.2021.1130
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