Esporte paralímpico: difícil inclusão, incorporação tecnológica, corpos competitivos

  • Torri D
  • Vaz A
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Abstract

Neste artigo, analisa-se, de forma exploratória, o esporte em sua versão paraolímpica, com foco nos discursos que valorizam práticas que seriam de superação e inclusão, tomando como situações exemplares algumas representações sobre o fenômeno. Procurou-se desenvolver dois tópicos: a composição entre rendimento x estética mediada pela técnica, a partir do conceito de estética da presença, proposto por Hans Ulrich Gumbrecht; e a aproximação entre o esporte olímpico e paralímpico dada pela incorporação tecnológica. Por fim, apontam-se caminhos ainda pouco percorridos na análise do fenômeno, com implicações no que o esporte paralímpico e também o convencional podem oferecer como expressão social do tempo atual.

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Torri, D. T., & Vaz, A. F. (2017). Esporte paralímpico: difícil inclusão, incorporação tecnológica, corpos competitivos. Praxis Educativa, 12(2), 536–550. https://doi.org/10.5212/praxeduc.v.12i2.0014

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