Abstract
Objetivo: analisar a relação entre fragilidade, sintomas depressivos e qualidade de vida de idosos institucionalizados. Métodos: estudo descritivo, correlacional, de corte transversal. Foram avaliados 42 idosos institucionalizados, de setembro a dezembro de 2016, utilizando-se questionário para caracterização, Tilburg Frailty Indicator, Escala de Depressão Geriátrica com 15 questões e Quality of Life Scales for Nursing Home Residents. Resultados: predominaram idosos do gênero feminino (57,1%), com média de idade de 77,4 anos (dp=9,8), frágeis (57,1%), sem sintomas depressivos (57,1%). Idosos não frágeis apresentaram melhor percepção da qualidade de vida em sete domínios do instrumento utilizado para avaliação. Houve correlação negativa, de moderada magnitude e estatisticamente significante entre sintomas depressivos e cinco domínios do instrumento de qualidade de vida. Verificou-se correlação entre fragilidade e sintomas depressivos (p=0,008). Conclusão: idosos institucionalizados frágeis e com sintomas depressivos apresentaram pior percepção de qualidade de vida. Descritores: Idoso Fragilizado. Depressão. Qualidade de vida. Institucionalização. Enfermagem geriátrica.
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Melo, L. A., Andrade, L., Silva, H. R. O., Zazzetta, M. S., Santos-Orlandi, A. A., & Orlandi, F. S. (2018). FRAGILIDADE, SINTOMAS DEPRESSIVOS E QUALIDADE DE VIDA: UM ESTUDO COM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS. Revista Baiana de Enfermagem, 32. https://doi.org/10.18471/rbe.v32.26340
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