Abstract
A icterícia neonatal é uma condição comum que afeta uma grande proporção de recém-nascidos, caracterizada pela coloração amarelada da pele, mucosas e esclerótica devido ao acúmulo excessivo de bilirrubina no sangue. Essa condição pode ser classificada como fisiológica ou patológica, sendo a primeira a forma mais comum, geralmente autolimitada, enquanto a segunda exige intervenção clínica devido ao risco de complicações graves, como o kernicterus. A epidemiologia da icterícia neonatal revela uma alta prevalência global, com cerca de 60% dos recém-nascidos a termo e até 80% dos prematuros apresentando algum grau da condição. Fatores como prematuridade, incompatibilidade sanguínea e distúrbios hematológicos aumentam o risco de desenvolvimento de formas patológicas. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado, como a fototerapia e, em casos mais graves, a troca sanguínea, são essenciais para prevenir sequelas neurológicas permanentes. A icterícia neonatal, embora em sua maioria benigna, pode levar a complicações significativas, especialmente em casos de falha no tratamento. Assim, o rastreamento e o manejo eficaz dessa condição são fundamentais para reduzir os riscos associados. Palavras-chave: icterícia neonatal, bilirrubina, kernicterus.
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Veras, I., Matheus Guimarães Sampaio, Lunara de Pádua Sousa Lopes, Antônio Reinaldo Alencar, Rafael de Paula Rosa Cunha, Alisson Soares Junior, … Dantas, L. R. (2025). Icterícia neonatal e suas consequências : uma revisão de literatura. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 7(1), 1833–1841. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n1p1833-1841
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