Abstract
Este trabalho ampara-se nos resultados de uma pesquisa que deu suporte à posterior elaboração de dissertação de mestrado cujo foco voltou-se à atividade de professores pedagogos dos anos iniciais do ensino fundamental da rede municipal de Natal/RN. O artigo fundamenta-se no referencial teórico da clínica da atividade e resgata alguns resultados, enfocando e aprofundando-se na discussão sobre a relevância do coletivo profissional como operador de saúde/desenvolvimento e sofrimento/adoecimento quando da ausência/fragilidade de referenciamento pelo coletivo, o que pode estar relacionado à percepção de solidão laboral.
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Andrade, L. R. M. de, & Falcão, J. (2017). Referenciamento ou solidão: o coletivo profissional como operador de saúde, desenvolvimento e adoecimento na atividade de trabalho. Horizontes, 35(3), 83–93. https://doi.org/10.24933/horizontes.v35i3.560
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