Comunidades florestais como indicadores geobotânicos: o caso da mineralização aurífera do Grupo Serra do Itaberaba, Guarulhos, São Paulo

  • Almeida T
  • Juliani C
  • Mantovani W
  • et al.
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A geobotânica; mesmo sendo possivelmente o primeiro método indire; não vem sendo utilizada pela comunidade; sobretudo em florestas tropicais. O principal moti; solos menos espessos e maior interação da vegetaçã; deixando as amplas florestas tropicais sem tal abo; Grupo Serra do Itaberaba: um sobre rochas meta-bás; as quais podem ser atribuídas apenas à presença de; pois estas são vizinhas e têm iguais parâmetros de; di- reção e inclinação de encosta e história de su; a geobotânica; particularmente associada ao sensoriamento remoto ; assunto não tratado neste trabalho; deve ter seu uso seriamente considerado na prospec; como na Amazônia.

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Almeida, T. I. R. de, Juliani, C., Mantovani, W., & Pérez-Aguilar, A. (2007). Comunidades florestais como indicadores geobotânicos: o caso da mineralização aurífera do Grupo Serra do Itaberaba, Guarulhos, São Paulo. Revista Brasileira de Geociências, 37(01), 37–49. https://doi.org/10.25249/0375-7536.20073713749

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