Abstract
O artigo investiga como a antropologia reflete sobre os processos históricos. Com base na análise de diversas vertentes teóricas, procura analisar a importância que a história desempenha em cada tradição, bem como reconhecer o papel que a reflexão historiográfica assumiu na própria constituição da antropologia como disciplina. A partir do diálogo com a obra de Lévi-Strauss, Marshall Sahlins e Thomas Mann, entre outros, a autora discorre sobre a noção de tempo não apenas em culturas distantes, mas também na sociedade ocidental.The article investigates the way anthropology deals with historical processes. Focusing on a wide range of theoretical schools, it tries to analyze the role played by history in each tradition, as well as understand how it helped build anthropology as a discipline. Taking as guideline the work of authors such as Lévi-Strauss, Marshall Sahlins and Thomas Mann, the author discusses the notion of time not only in distant cultures, but also in occidental society.
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Schwarcz, L. K. M. (2005). Questões de fronteira: sobre uma antropologia da história. Novos Estudos - CEBRAP, (72), 119–135. https://doi.org/10.1590/s0101-33002005000200007
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