Abstract
A intervenção artística Manifesto Quieto, do artista Júlio Manso, realizada numa pedreira abandonada na cidade de Curitiba em 1992, trouxe como discussões: repensar o impacto de políticas urbanas, denunciar o abandono de espaços da cidade, realizar um levantamento de sua ocupação e propor uma ação artística junto aos moradores e interessados. A presente pesquisa procura assim refletir sobre o conjunto de ações da intervenção, configurá-los como estratégias críticas e poéticas e afirmando sua relevância nas narrativas da arte contemporânea brasileira.
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Reis, P. (2021). O “Manifesto Quieto” e as vozes da cidade. REVISTA POIÉSIS, 22(38), 247–265. https://doi.org/10.22409/poiesis.v22i38.48508
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