Abstract
A primeira parte do artigo consta de uma breve discussão centrada nas idéias de Steven Weinberg, um defensorda unificação reducionista, e que acredita que a física de partículas e campos já tenha trilhado boa parte do caminho em direção a uma teoria final, e de Philip Anderson, um crítico de posturas reducionistas, que trouxe para a física a visão emergentista. Na segunda parte são apresentados resultados de uma pesquisa realizadacom o propósito de investigar qual a receptividade que idéias como "unificação", "reducionismo" e "teoria final", encontram entre membros da comunidade de físicos no Brasil. Os resultados indicam uma tendênciade rejeição à possibilidade de uma teoria final e, em menor grau, ao reducionismo, sendo a idéia de unificaçãomais aceitável.The first part of the paper introduces a brief discussion centered on the ideas of Steven Weinberg, who defends reductionist unification and believes that the physics of particles and fields had already moved a large part of the way towards a final theory, and of Philip Anderson, a critic of reductionist positions, who brought the emergentist view to physics. In the second part, results of a survey on how ideas such as "unification", "reductionism" and "final theory" are received by members of the Brazilian community of physicist are presented. The results show a tendency of rejection of the possibility of a final theory and, to a lesser degree, of reductionism, the idea of unification being more acceptable.
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Zylbersztajn, A. (2003). Teoria final, unificação e reducionismo: opiniões da comunidade brasileira de física. Revista Brasileira de Ensino de Física, 25(1), 1–17. https://doi.org/10.1590/s1806-11172003000100001
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