Branqueamento ECF e TCF de celulose de fibras secundárias.

  • Ventorim G
  • Colodette J
  • Costa M
  • et al.
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Abstract

secundárias destintadas provenientes de uma mistura de composição conhecida de lixo de escritório (MOW) e produzidas em planta piloto. A polpa foi branqueada a um nível mínimo de alvura de 78% ISO, sendo que o requerimento de reagentes e as principais propriedades da polpa foram avaliadas. Dentre as seqüência ECF, a mais atrativa foi a DEDD que apresentou o mais baixo custo e ainda eliminou toda a fluorescência e grande parte da coordenada de cor b* da polpa. As seqüências ECF resultaram em polpas de alta viscosidade em relação às convencionais. A seqüência TCF com ozônio mais atrativa foi a Q(PO)(ZQ)(PO) que se mostrou flexível quanto ao teto de alvura, além de reduzir significativamente a coordenada de cor b* e ligeiramente a fluorescência da polpa. A melhor seqüência TCF sem-ozônio Q(PO)Q(PO) apresentou-se pouco flexível quanto ao teto de alvura e teve pouco efeito na fluorescência e coordenada de cor b* da polpa. As viscosidades finais das polpas, branqueadas pelos processos TCF, foram aceitáveis. Os resultados de rendimento, para os  processos avaliados nesse estudo, foram afetados negativamente por estágios alcalinos, como O, P e (PO), em alta temperatura.

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Ventorim, G., Colodette, J. L., Costa, M. M. da, & Brito, A. C. de. (1999). Branqueamento ECF e TCF de celulose de fibras secundárias. Ciência Florestal, 9(2), 41–54. https://doi.org/10.5902/19805098383

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