Abstract
A formação sócio-histórica da sociedade brasileira foi erigida por um conjunto de valores morais acerca dos corpos, dos gêneros, das sexualidades e dos comportamentos de indivíduos que foram determinados ao padrão unívoco do que é ser homem e ser mulher. Assim, historicamente, pessoas não heterossexuais foram fortemente invisibilizadas, mortas e consideradas anormais. Atualmente, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) ainda são precarizados/as em suas vidas por não corresponderem aos padrões hegemônicos estabelecidos. Este artigo identifica a violência contra LGBTs como histórica e sistêmica, baseado em fatores da hierarquização das identidades de gênero e das orientações sexuais.
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Peixoto, V. B. (2018). Violência contra LGBTs no Brasil: premissas históricas da violação no Brasil. Revista Periódicus, 1(10), 7–23. https://doi.org/10.9771/peri.v1i10.28014
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