Abstract
O artigo tem como objetivo revisar algumas teorias clássicas sobre o campesinato que privilegiam as greves, rebeliões, ações contra o estado, organizações institucionais como espaços de expressão política dos camponeses. Reconhece-se a importância destas ações no cenário político, no entanto, elas nos dizem pouco sobre a luta mais vital e cotidiana levada na fábrica pela jornada de trabalho, pelo salário, pela autonomia, por direitos e por respeito. Para muitos trabalhadores tais formas de luta cotidiana podem ser a única opção disponível. O artigo propõe um referencial teórico-metodológico para compreender este amplo leque de formas cotidianas, fragmentadas e difusas de resistência.
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Scott, J. C., Menezes, M. A. de, & Guerra, L. (2002). Formas cotidianas da resistência camponesa. Raízes: Revista de Ciências Sociais e Econômicas, 21(1), 10–31. https://doi.org/10.37370/raizes.2002.v21.175
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