Abstract
Chemistry applied to the study of works of art: the past and the current challenges-The archaeology. From then on such studies have been performed in a more or less isolated way and only in 1888 the changes occurred after the discovery of X-rays, in 1895, with the use of radiography to study paintings, and, after the 1920s, with the creation of laboratories in museums interested in the conservation of works of art in which research-table equipment that allows non-invasive in situ analysis. The huge technological developments and the important studies already performed, however have not solved certain problems that, in essence, are related to the collaboration between different areas with different cultures. A ligadas a con-textos arqueológicos. Os estudos foram-se repetindo em grande número, mas de forma mais ou menos isolada, e só em 1888 surgiu o primeiro laboratório num museu, ainda que interessado sobretudo em problemas arqueológicos. estudo de pinturas e, a partir da década de 1920, com a criação de laboratórios em museus especialmente interessa-dos na conservação das obras de arte, nos quais a investigação, além de recorrer a estes métodos, envolvia também a partir da década de 1970, em primeiro lugar com o aparecimento de equipamentos não invasivos e, depois, com o aparecimento de equipamentos portáteis que permitiam a análise não invasiva in situ. Os enormes desenvolvimentos tecnológicos e os importantes estudos que estes possibilitaram não resolveram, no entanto, determinados problemas que, no fundo, estão relacionados com a colaboração entre áreas diferentes com culturas diferentes.
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António João Cruz. (2015). A química aplicada ao estudo das obras de arte: o passado e os desafios do presente. Boletim Da Sociedade Portuguesa de Química, 43. https://doi.org/10.52590/m3.p669.a30001976
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