Abstract
A trajetória das políticas públicas dirigidas à mulher inicia-se por um enfoque anatomopatológico e de regulação da natureza feminina. As formulações conceituais sobre gênero e saúde aliadas ao movimento social de luta do movimento feminino modificam progressivamente as formulações sobre as necessidades de atenção à saúde da mulher. Este artigo descreve essa trajetória e analisa as causas sobre os objetivos ainda não-alcançados no que tange à garantia do direito à assistência integral à saúde da mulher.
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Pedrosa, M. (2005). Atenção integral à saúde da mulher: desafios para implementação na prática assistencial. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 1(3), 72–80. https://doi.org/10.5712/rbmfc1(3)12
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