Abstract
Começo assumindo que optarei por um tom mais pessoal – em funçãode se tratar de uma prática em que fui me envolvendo paralela e complementarmente à minha atividade na universidade. Depois de tratar da relação entre crítica e curadoria, abordarei a genealogia do que viria a se denominar virada curatorial da arte contemporânea. Ao fim, tratarei brevemente do Reina Sofia que me parece o melhor exemplo de um museu que soube incorporar a dimensão crítica ao partido curatorial assumido pela instituição, terminando com duas exposições no MAM-Rio durante o período de minha gestão como curador que me parecem ajudar no esclarecimento dos desafios inerentes à referida virada.
Cite
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Osorio, L. C. (2018). Virada Curatorial: o pôr-em-obra da exposição como poética relacional. POIÉSIS, 16(26), 65. https://doi.org/10.22409/poiesis.1626.65-80
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