Abstract
Este trabalho teve o objetivo de identificar de que forma a população das cidades de Barbalha, Maranguape e Mauriti, pertencentes ao Nordeste brasileiro, percebem o caminho que podem seguir para se tornar mais inteligentes. Utilizou-se o modelo de Giffinger, Haindlmaier e Kramar (2010) para analisar as dimensões economia, pessoas, governança, mobilidade, meio ambiente e qualidade de vida. Realizou-se uma survey e aplicaram-se 575 questionários aos moradores das cidades. Os dados foram tratados por meio de estatística descritiva e análise fatorial exploratória. Dessa análise foram obtidos cincos fatores: dimensões relacionadas ao grupo social; dimensões relacionadas à vizinhança; dimensões relacionadas à cidade; dimensão sobre o meio ambiente; dimensões sobre mobilidade e tecnologia da informação e comunicação (TICs). Para implementar cidades inteligentes, observou-se ser necessário conhecer o contexto social, cultural e econômico do local, sendo essencial a avaliação desses fatores, pois o seu conhecimento é de extrema relevância para captar a possibilidade de se implementar uma cidade inteligente.
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Câmara, S. F., Carvalho, H. J. B., Silva, F. A. A., Souza, L. L. F., & Souza, E. M. (2016). Cidades inteligentes no nordeste brasileiro: análise das dimensões de trajetória e a contribuição da população. Cadernos Gestão Pública e Cidadania, 21(69). https://doi.org/10.12660/cgpc.v21n69.57739
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