Abstract
Este artigo apresenta uma adaptação das cinco dimensões da sustentabilidade adotadas por Sachs (1993) à estrutura organizacional aplicada ao negócio. Quanto à dimensão social, ressalta-se a ética para com os colaboradores e a comunidade; na dimensão econômica, prevê-se o alicerce financeiro necessário a continuidade do negócio; a dimensão ecológica, por sua vez, pauta-se na inserção equilibrada do negócio no ecossistema; a dimensão espacial indica a utilização racional dos recursos naturais disponíveis; e, por fim, na dimensão cultural, busca-se a valorização do capital intelectual das organizações. Com base nessa fundamentação teórica e na aplicação dos conceitos de Produção Mais Limpa (P+L); Design for Environment (DFE) para Produtos; Extended Product Responsability (EPR); Logística Reversa; e Zero Emissions Research Iniciative (ZERI) é proposta uma possível sequência de estágios voltados para o desenvolvimento de estratégias sustentáveis em cadeias produtivas, sendo eles: a) conformidade legal: atendimento pleno à legislação; b) conformidade normativa: atendimento às normas técnicas existentes; c) Gestão de riscos, Eficiência e Produtividade: com vistas à redução de riscos, custos e desperdícios; e d) Negócio Sustentável: estruturação da cadeira produtiva completa pautada na transparência.
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Leripio, A. D. Á., & Leripio, D. C. (2015). CADEIAS PRODUTIVAS SUSTENTÁVEIS. MIX Sustentável, 1(1), 142–159. https://doi.org/10.29183/2447-3073.mix2015.v1.n1.142-159
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