Abstract
A lesão medular é uma condição debilitante que resulta em perda parcial ou total de função sensorial e motora abaixo do nível da lesão. É uma condição relativamente comum, com uma taxa de incidência global de 10,4 a 83 casos por milhão de pessoas. As causas mais comuns de lesão medular incluem trauma, doenças degenerativas e infarto da medula espinhal. Os sintomas da lesão medular podem incluir paralisia, perda sensorial, dor neuropática, incontinência urinária e fecal, entre outros. Avanços recentes no tratamento de lesões medulares incluem o uso de terapias com células-tronco, terapia genética, dispositivos de exoesqueleto robótico e treinamento de resistência. A classificação padrão internacional de lesão medular é a International Standards for Neurological Classification of Spinal Cord Injury (ISNCSCI). A prevenção da lesão medular pode ser alcançada através de medidas preventivas, como a educação sobre segurança em atividades que envolvem risco de lesão medular, uso de dispositivos de segurança e prevenção de quedas. O gerenciamento eficaz da lesão medular requer uma abordagem multidisciplinar, incluindo intervenções médicas, reabilitação e apoio psicológico e emocional.
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Passos, M. de S., Mota, A., Santana, A., Valois, R., & Carvalho, T. A. C. de. (2023). LESÃO MEDULAR: REVISÃO DE CASO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 9(5), 3196–3202. https://doi.org/10.51891/rease.v9i5.9967
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