Abstract
Este artigo percorre um exame filosófico da noção de viagem e suas inscrições na prática de alguns grupos teatrais brasileiros. Suas reflexões são tecidas tomando como exemplo experiências de coletivos como o LUME Teatro, Teatro da Vertigem, Teatro do Concreto, e recorrem aos estudos de pesquisadores como Cardoso (1988), Dias (2010) e Onfray (2009). Ao refletir sobre as abordagens dadas às viagens nos exemplos analisados, discute duas modalidades identificadas: a viagem como modo de conhecer e criar, e a encenação como viagem. Ambas são práticas das quais emergem o artista e o espectador viajantes.
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De Carvalho, F. W. (2022). Da sala de ensaios e do edifício teatral para o mundo: inscrições da viagem na prática de grupos teatrais brasileiros. Visualidades, 20. https://doi.org/10.5216/v.v20.71442
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