Abstract
Objetivo: O presente artigo tem como objetivo possibilitar um enfoque sobre a automedicação no Brasil, seus riscos, motivações, justificativas e suas consequências para quem pratica, bem como o papel do farmacêutico diante deste problema de saúde pública. Método: Foi realizado um levantamento bibliográfico retrospectivo e não sistemático de literatura nacional, através da seleção de estudos que contemplam questões inerentes a prática, como o perfil de consumo de medicamentos em diferentes contextos. Resultados: Observou-se que este ocorre em diversas faixas etárias, com certa prevalência entre as mulheres, em muitos casos por indicação de pessoas leigas, influência midiática e que os analgésicos, anti- inflamatórios e os antibióticos configuram entre as classes farmacológicas mais consumidas entre os usuários. Conclusão: A educação em saúde aliada a medidas de conscientização sobre o uso racional de medicamentos com contribuição significativa do profissional farmacêutico pode garantir a sua redução, com melhorias na qualidade de vida da população.
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Gomes, P. R. M., Coelho, A. B., & Kzam, P. M. (2018). Automedicação no Brasil e as contribuições do farmacêutico: uma revisão de literatura. Revista Eletrônica Acervo Saúde, Esp.(12), S1225–S1232. https://doi.org/10.25248/reas259_2018
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