Abstract
Este texto discute as práticas tradicionais de pertencimento existentes entre pescadores artesanais embarcados, como formas de uso comum e particular do território aquático que se articulam e que são organizadas pelos mestres de pescaria. Para tanto, focalizo, a partir de uma abordagem comparativa, modo de vida de pescadores que voltam sua atividade produtiva para ambientes naturais distintos no estado de Pernambuco (uma comunidade marítima no litoral sul – Suape – e outra estuarina na costa norte – Itapissuma).
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Ramalho, C. (2005). O mundo das águas e seus laços de pertencimento. Raízes: Revista de Ciências Sociais e Econômicas, 23(1 e 2), 62–72. https://doi.org/10.37370/raizes.2004.v23.234
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